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Brand persona e buyer persona fazem parte de um planejamento eficiente

Existem dois elementos fundamentais para o sucesso de uma marca. O primeiro é a empresa entender seu propósito, ou seja, o que a diferencia no mercado. O segundo é conhecer o público-alvo para falar diretamente ao nicho, numa linguagem que a audiência entenda. Essa noção embasa o planejamento de ações estratégicas.

Para tornar essa etapa ainda mais produtiva, você deve trabalhar com as chamadas personas. A brand persona diz respeito à imagem que se deseja transmitir. Já as buyer personas correspondem aos consumidores que deverão ser cativados. A seguir, vamos explicar rapidamente como cada recurso funciona.

Para que serve e como desenvolver a brand persona

Uma marca é muito mais que um logotipo. Se a companhia fosse uma pessoa, o logo seria apenas a roupa. O visual pode até despertar atenção, mas é o que está por dentro – a personalidade e os valores – que realmente importa.

Portanto, você precisa encontrar a identidade da marca. Ela parte de palavras que determinam atitudes: ousadia, tradição, diversão, segurança, sustentabilidade e assim por diante. Em cima desses pilares, define-se a essência da organização – e, mais importante, sua missão, isto é, sua razão de ser e estar no mercado.

Parece um tanto filosófico, mas se trata de um conceito bem prático. A partir desse foco, sua equipe de marketing consegue estabelecer a estrutura de comunicação que aproximará a empresa do público. E isso pode ser feito por meio da brand persona.

A ideia é, justamente, tratar a marca como se fosse um ser vivo. Que tom de voz ela usa? É mais amigável ou mais formal? Gírias e regionalismos fazem parte do vocabulário? Respondendo a essas perguntas, você compreende quem ela é, como se comporta e, talvez o mais importante, como se relaciona com os consumidores.

Definindo as buyer personas para o seu negócio

Decidir como se fala algo está diretamente ligado a para quem você fala. Por isso, não adianta trabalhar uma brand persona sem inseri-la num contexto real. É necessário ter conhecimento sobre o público-alvo.

Dados demográficos, como gênero, faixa etária e renda, ajudam a compor um perfil médio do target. Só que essa abordagem fica ampla e impessoal. Para estabelecer uma comunicação efetiva com a audiência, procure humanizar o marketing, adotando as buyer personas.

Uma buyer persona é um personagem que representa certo tipo de cliente. Por exemplo, em vez de criar um anúncio para “mulheres entre 20 e 30 anos”, pense-o para “Renata, 25 anos, estudante universitária solteira que se interessa por moda e viagens”.

Renata não surgiu do nada. Ela é fruto de muita pesquisa. A empresa coletou dados sobre o público e compilou características recorrentes, chegando a esse indivíduo semificcional. Nada impede você de adotar outras buyer personas, uma para cada segmento que a organização pretenda atingir.

A vantagem desse modelo, com o perdão do trocadilho, está na personalização da comunicação. Sua equipe pode imaginar o que Renata prefere ler, que lugares gostaria de conhecer e quais redes sociais acessa. Isso permite produzir conteúdo qualificado, com altas chances de engajamento.

Em resumo, as personas existem para que a marca tenha uma mensagem clara e possa transmiti-la ao público certo. Use essas personagens para planejar ações de marketing e comunicação muito mais efetivas.

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